quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cliente morto não paga. Não?



O Reincarnation Bank, isso mesmo, Banco da Reencarnação, cobra do cliente uma taxa para cuidar do patrimônio enquanto ele não volta para sua nova vida. Quando o cliente reencarnar, desde que não seja um hamster ou algo parecido, pode resgatar seu dinheiro. Como saber que é você mesmo que está voltando? Com testes de regressão!!! Dá para acreditar?!



Quando se trata de tirar dinheiro dos outros não há limite para a criatividade. Por isso achei interessante comentar este episódio. Porque o pior é que há pessoas que depositam seu dinheiro no tal banco. Na prática ele não “rouba” seu dinheiro. O patrimônio fica depositado lá e ele cobra taxas de administração, como cliente morto é fiel, esse fluxo de recursos para o banco é eterno.

Ainda muito difícil de acreditar! Mas veja, há muitos investidores mortos também no Brasil e que continuam a fazer os pagamentos. Um caso clássico é o do fundo 157. Ainda hoje há muitos cotistas desconhecidos, muitos deles mortos, e que continuam a pagar taxa de administração. No passado, os bancos brasileiros meteram a mão no patrimônio desses fundos cobrando taxas de administração altíssimas. Nos anos 90 a CVM tentou por ordem neste mercado e conseguiu achar muitos cotistas, mas vários ainda são desconhecidos. O mesmo acontece com as ações de empresas como Petrobras, Bradesco, Itaú e outras grandes empresas brasileiras que ainda têm muitos clientes desconhecidos, vários morreram sem nem saber que seram sócios destes negócios.



RIFA-SE UM CORAÇÃO (QUASE NOVO)
Clarice Lispector

Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.

Rifa-se um coração que na realidade
está um pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos, e cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente
que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado,
coração que acha que Tim Maia estava certo
quando escreveu... "não quero dinheiro,
eu quero amor sincero, é isso que eu espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...

Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece,
e mantém sempre viva a esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando relações
e emoções verdadeiras.

Rifa-se um coração que insiste
em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
de o juízo por completo em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado. Tantas vezes impulsivo.

Rifa-se este desequilibrado emocional que,
abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado
indicado apenas para quem quer viver intensamente e,
contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida
matando o tempo, defendendo-se das emoções.

Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas:
" O Senhor poder conferir", eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer".

Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro
que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.

Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que,
ainda não foi adotado, provavelmente,
por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.

Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar, mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.

Um velho coração que convence seu usuário
a publicar seus segredos e, a ter a petulância
de se aventurar como poeta.

(Repasse com os devidos créditos)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Que um dia nos tornemos aquilo que procuramos.
Que o caminho não acabe em cada barreira que aparece no caminho.
E quando encontrarmos, saibamos aproveitar o máximo possivel.
Porque é tenebroso uma pessoa sem sonhos.
Quer destruir um homem, tire seus sonhos.
Quer ver vitórias construa sonhos!!!

sábado, 19 de junho de 2010

É POSSÍVEL VIVER SEM SE SUJAR????

As vezes tenho vontade de ser antropólogo. Acho interessante como se relacionam. Viver numa comunidade, aprender seus costumes, suas rotinas, crenças.Construir uma opinião sobre quem você esta estudando e não deixar se influenciar pelos apegos das coisas que você aprendeu. Passar tudo isso para um papel e depois ainda ser frio sem demostrar sentimentos parece ser uma aventura emocionante.  O risco de saber que você vai conhecer pessoas maravilhosas e não poder se aproximar muito por que sabe que é apenas uma pesquisa ciêntifica deixa um certo ar de suspense. As pessoas que conhecemos, muitas delas são passageiras. Num instante estão nas nossas vidas e noutro já não estão mais. Ficam as experiências. Um trofeu para carregar no resto de nossas vidas. Nossos corações são guerreiros para suportar tantas decepções no decorrer do percurso. Sufocar as lágrimas transformando em sorriso é coisa de mágico. Parece que antropólogo é treiunado pra não sofrer se é que tem como enganar nossos corações porque em vez de enganarmos somos enganados constantemente, ahhh... e mentira daquele que diz que nunca sofreu de dores de enganos.
Foi realizado na tarde de 18/06, o Seminário da FETRANSPAR, em Curitiba, com a presença massissa de lideres sindicais e profissionais da área além da turma de cadetes da Policia Militar do Paraná. Foi abordado entre outros os investimentos pra os próximos anos na área. O secretário de transporte do estado, Mario Stamm afirmou que é necessario investir em pesquisas de obras e duplicação de alguns trechos. em seguida tivemos uma palestra com o professor Belmiro Valverde comentando sobre o crescimento da economia influenciando o transporte. O ponto principal foi a palestra com o Ministro do Planejamento Paulo Bernardes que abordou o PAC2 e os projetos para o setor. Colocado em pauta se haveriam poucos planos de orçamentos apresentados pelo Paraná Paulo Bernardo afirmou que sim, haviam realmente poucos projetos apresentados pelo governo do estado.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Informativo mensal Igreja Batista do Boa Vista 12 páginas, 2x2 cores em pantone, formato 21,0x30,0 cm aberto, papel couche fosco 150gr, acabamento em refil, dobra, intercalação e 02 grampos cavaletes central.
Folder Akabinseto, 4x4cores, papel couche 150gr, formato 21,0x30,0 cm acabamento em 2 dobras paralelas.
Flyer Kobara 2x2 cores em pantone, papel couche fosco 230gr, formato 15,0x30,0 cm, acabamento em corte/vinco e 01 dobra central
Flyer Despoluir 4x4cores, 14,0x21,0cm, papel reciclato 150gr, refile.
Convite de Casamento com envelope 4x0cores, papel couche fosco 230gr, 12,0x30,0cm, acabamento em refile. Envelope em faca especial, 1x0 cores, papel off set alta alvura 180gr, 125x30,5cm, acabamento em corte/vinco e colagem.
Cartaz Igreja Batista Beriana " Encontro de Casais" 4x0cores, couche  fosco 230gr, 30,0x42,0cm, acabamento em refile.

Pastas com bolsa + papel carta timbrado+ envelope + bloco de rascunho + etiquetas adesivas + cartão de visita

segunda-feira, 29 de março de 2010

Opsss... após umlongo período de afastamento, retorno com muito assunto pra tratar por aqui. Sabia q um dia teria de voltar e estou satisfeito emsaber q tudo corre confome programado, a robalheira no governo é a mesma, pelo menos não a notícias de novas fraudes descobertas, a vigilancia é a mesma, as balas continuam perdidas, formlar qustões segui numa velocidade espetacular, e as dúvidas... Ahhh, as dúvidas... procurando respostas.
Uma amiga me disse num desses dias quando eu questionava alguns ftores da vida, "apenas creia"... Isso soa forte em meus ouvidos. É como deixar tudo q aprendi até aqui e aceitar a situação. Não fomos feitos para desistir, alías, vivemos nos levantando e começando tudo de novo. Claro, pra que procurar a resposta se tudo que ouço é verdadeiro... verdaeiro? Será que eu posso confiar?

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ENQUANTO ISSO... A BRIGA É TENSA!!

"Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão. "


Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.
Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.
Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.
Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.
Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel.
Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.
A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.
Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.
Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.
Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.
Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.

Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB

Brasília, 20 janeiro de 2010"

sábado, 9 de janeiro de 2010

Competência para ser competente


     Há casos na vida que em que você acaba sendo pego de surpresa e logicamente despreparado. Numa pesquisa, uma brincadeira de colegas ou até mesmo numa entrevista de emprego onde está em jogo sua carreira. Imaginemos uma entrevista de emprego. Você está todo apreensivo na sala de espera em quanto aguarda sua vez para ser entrevistado sabendo que ali seria a oportunidade de sua vida para decolar sua carreira e mostrar que você é capaz, só sucesso dali para frente. Seus concorrentes com olhares de condenados a cadeira da morte indo pra forca, sem nenhuma palavra e você está mentalizando suas conquistas e seus planos pra o futuro. Pronto é a sua vez, abre-se a porta e quem aparece?! Nada menos que aquele seu velho amigo de faculdade que você não via já há muito tempo. Seu rosto cria uma nova expressão, o sorriso lhe toma conta do semblante com ar de vitória. No mesmo tempo você da aquela olhadinha para seus colegas e concorrentes e como se dizendo, “Ok, vocês estão dispensados a vaga já foi preenchida”. A conversa está animada, relembrando do passado, das velhas brincadeiras dos amigos que ficaram pra trás e você não vê a hora de assinar os papeis de contratação. Parecia tão fácil que não prestei atenção que enquanto conversávamos ia respondendo as perguntas de emprego da maneira que mais me convinha, mas a fatalidade maior foi quando ele me pediu que eu respondesse um questionário sobre o que eu conhecia sobre a empresa e quais eram as minhas metas na empresa. Bom, as metas eu sabia, mas não sabia da empresa, tinha esquecido de verificar a historia da empresa e sua segmentação. O questionário iria direto para a mão do diretor regional e sem chances de uma ajudinha extra do meu mui amigo. Resultado sai frustrado por não ter sido competente o suficiente para dar atenção a pequenas informações, por outro lado aprendi que não basta você querer confiar nos amigos apenas achando que tudo pode se resolver por eles, o certo é você acalmar a ansiedade e pesquisar tudo sobre a empresa antes para não ter surpresas, por outro lado pude sair da sala e com voz forte e decidida falar em bom tom “o próximo”.