As vezes tenho vontade de ser antropólogo. Acho interessante como se relacionam. Viver numa comunidade, aprender seus costumes, suas rotinas, crenças.Construir uma opinião sobre quem você esta estudando e não deixar se influenciar pelos apegos das coisas que você aprendeu. Passar tudo isso para um papel e depois ainda ser frio sem demostrar sentimentos parece ser uma aventura emocionante. O risco de saber que você vai conhecer pessoas maravilhosas e não poder se aproximar muito por que sabe que é apenas uma pesquisa ciêntifica deixa um certo ar de suspense. As pessoas que conhecemos, muitas delas são passageiras. Num instante estão nas nossas vidas e noutro já não estão mais. Ficam as experiências. Um trofeu para carregar no resto de nossas vidas. Nossos corações são guerreiros para suportar tantas decepções no decorrer do percurso. Sufocar as lágrimas transformando em sorriso é coisa de mágico. Parece que antropólogo é treiunado pra não sofrer se é que tem como enganar nossos corações porque em vez de enganarmos somos enganados constantemente, ahhh... e mentira daquele que diz que nunca sofreu de dores de enganos.sábado, 19 de junho de 2010
É POSSÍVEL VIVER SEM SE SUJAR????
As vezes tenho vontade de ser antropólogo. Acho interessante como se relacionam. Viver numa comunidade, aprender seus costumes, suas rotinas, crenças.Construir uma opinião sobre quem você esta estudando e não deixar se influenciar pelos apegos das coisas que você aprendeu. Passar tudo isso para um papel e depois ainda ser frio sem demostrar sentimentos parece ser uma aventura emocionante. O risco de saber que você vai conhecer pessoas maravilhosas e não poder se aproximar muito por que sabe que é apenas uma pesquisa ciêntifica deixa um certo ar de suspense. As pessoas que conhecemos, muitas delas são passageiras. Num instante estão nas nossas vidas e noutro já não estão mais. Ficam as experiências. Um trofeu para carregar no resto de nossas vidas. Nossos corações são guerreiros para suportar tantas decepções no decorrer do percurso. Sufocar as lágrimas transformando em sorriso é coisa de mágico. Parece que antropólogo é treiunado pra não sofrer se é que tem como enganar nossos corações porque em vez de enganarmos somos enganados constantemente, ahhh... e mentira daquele que diz que nunca sofreu de dores de enganos.
As vezes tenho vontade de ser antropólogo. Acho interessante como se relacionam. Viver numa comunidade, aprender seus costumes, suas rotinas, crenças.Construir uma opinião sobre quem você esta estudando e não deixar se influenciar pelos apegos das coisas que você aprendeu. Passar tudo isso para um papel e depois ainda ser frio sem demostrar sentimentos parece ser uma aventura emocionante. O risco de saber que você vai conhecer pessoas maravilhosas e não poder se aproximar muito por que sabe que é apenas uma pesquisa ciêntifica deixa um certo ar de suspense. As pessoas que conhecemos, muitas delas são passageiras. Num instante estão nas nossas vidas e noutro já não estão mais. Ficam as experiências. Um trofeu para carregar no resto de nossas vidas. Nossos corações são guerreiros para suportar tantas decepções no decorrer do percurso. Sufocar as lágrimas transformando em sorriso é coisa de mágico. Parece que antropólogo é treiunado pra não sofrer se é que tem como enganar nossos corações porque em vez de enganarmos somos enganados constantemente, ahhh... e mentira daquele que diz que nunca sofreu de dores de enganos.
Foi realizado na tarde de 18/06, o Seminário da FETRANSPAR, em Curitiba, com a presença massissa de lideres sindicais e profissionais da área além da turma de cadetes da Policia Militar do Paraná. Foi abordado entre outros os investimentos pra os próximos anos na área. O secretário de transporte do estado, Mario Stamm afirmou que é necessario investir em pesquisas de obras e duplicação de alguns trechos. em seguida tivemos uma palestra com o professor Belmiro Valverde comentando sobre o crescimento da economia influenciando o transporte. O ponto principal foi a palestra com o Ministro do Planejamento Paulo Bernardes que abordou o PAC2 e os projetos para o setor. Colocado em pauta se haveriam poucos planos de orçamentos apresentados pelo Paraná Paulo Bernardo afirmou que sim, haviam realmente poucos projetos apresentados pelo governo do estado.
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